terça-feira, 20 de março de 2007

Voltei


Voltei...
Voltei a escrever, voltei a trabalhar, voltei a morar no brasil, voltei a ter um blog, voltei a perder horas no trânsito.
Voltei para perto da minha família e dos amigos.

De antes não há muita coisa como costumava ser, de agora sou um tanto diferente...
Erros de português ainda são comuns, comparações com a Itália que deixei para trás também.

Recomecei...
minha vida, meu ser, meu viver...
Novos amores, novas músicas que embalam meu caminhar

Sempre que olho para o alto, vejo o céu, e vejo um rastro de uma aeronave... meu pensamento se perde e chega até os corações que estão distantes

Sempre que olho para o alto, vejo o céu, e vejo estrelas... tantas estrelas, incontáveis como as pequenas provas de amor que a Vida nos oferece...

Sempre que olho para o alto, vejo o sol, e vejo suas cores que fazem do céu uma obra de arte... espero que minhas cores produzam um efeito semelhante, em menor escala lógicamente, nas pessoas ao meu redor...

Céu... pelo qual sou apaixonada
roubas minha mente,
levas-me para onde meu coração pede,
com teu silêncio ensurdecedor,
com teu rumor silencioso,
fazes-me sentir bem...

3 comentários:

Cibele Lana disse...

oÔ q inspirada!
Pois é...vc "já" voltou! e tanta coisa já aconteceu...
e como é bom perceber mudanças na vida e sentir que o amor não pára de crescer né?
Vamo combinar! Qts momentos espetaculares deixamos pra trás...
e beaxuuuu....QUANTA coisa ainda nos espera...
e oh...nem adianta fugir...vamo pular de pára quedas e gritar de lá de cima a gente ama o céu hein!
=*****
tenhamos!

Ca disse...

0_o

Se eu soubesse que esse tinha sido seu post de retorno, nem tinha brincado... Definitivamente, não é um "post default", que se veja em qualquer estréia de blog.
E é muito gostoso fazer um pouco parte dessa sua nova fase.
Básico mesmo é eu usar Camus por aí, como farei agora. Mas é a última vez, prometo!

"Respondi que nunca se muda de vida; que, em todo caso, todas se equivaliam, e que a minha, aqui, não me desagradava em absoluto.

— Não, não consigo acreditar. Tenho certeza de que já lhe ocorreu desejar uma outra vida.

Respondi-lhe que naturalmente, mas que isso era tão importante quanto desejar ser rico, nadar muito de pressa ou ter uma boca mais bem feita. Era da mesma ordem. Mas ele me deteve e quis saber como eu imaginava essa outra vida. Então gritei:

— Uma vida na qual me pudesse lembrar desta vida."

Reparou que até a paixão pelo céu nós compartinhamos?
Beijos, minha Camari!

Caco disse...

CompartiLHAmos.
Dedo analfabeto.
Beijos, saudades